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quarta-feira, 12 de agosto de 2015

domingo, 26 de julho de 2015

Para lembrar do Viaduto da Perimetral


Em 2013 e 2014, o Prefeito Eduardo Paes comandou a implosão e demolição do Viaduto da Perimetral. Como é sabido, o atual prefeito quer ser lembrado com a mesma estatura de Pereira Passos. Muita gente aprova as obras, outros desconfiam da necessidade. Há ainda os que se queixam de que o problema não foram as obras, mas sim a pressa. Como se, diante do pouco tempo de que dispunha, a prefeitura tivesse que fazer tudo correndo, tudo ao mesmo tempo, tornando, de fato, a vida de quem mora ou passa pelo Centro, um constante transtorno que começa em 2013 e prossegue até agora, julho de 2015.
A Avenida Rodrigues Alves foi liberada ao tráfego em julho de 2015, pelo menos neste trecho que vai até a Rodoviária Novo Rio.
 

domingo, 17 de maio de 2015

Teleférico do Morro da Providência

Vista de dentro da estação de teleférico do Morro da Providência. A viagem começa na Gamboa, em frente à Rua do Livramento, segue até o Morro e, de lá, vai para a Central do Brasil. O bondinho funciona de segunda a sexta até as 19 horas. Aos sábados, fecha às 14 horas. O melhor de tudo é que a viagem é de graça.
Uma das fachadas dos novos prédios que estão sendo construídos na região do Porto Maravilha. A parede de vidro reflete o contraponto social da riqueza.
Jandaia Verdadeira. Fotografada nos jardins do Palácio do Catete. Num pé de carambola, várias jandaias tagarelam enquanto bicam as frutas verdes e espalham os pedaços pelo chão. Uma das tantas atrações em volta do museu que já foi casa de Getúlio Vargas.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

A perecibilidade do saber

Este artigo trata de saber e conhecimento, mais especificamente da perecibilidade deste atributo humano que, ao longo da história, tem sido alvo de proibições, deformações, esquecimentos, supressões, de tal modo que aparenta não ter conseguido cumprir a função de fazer a humanidade avançar plenamente na direção de seu destino. Na lista de ameaças enfrentadas pelo conhecimento constam o medo, o poder, o interesse econômico, mentiras e mistificações. Propõe-se aqui o exame de três vetores capazes de ancorá-lo: o tempo, a mobilidade e as conexões humanas. Mesmo com as possibilidades de fortalecimento de tais vetores, trazidas pelas novas tecnologias, a constante que se observa é que o esclarecimento necessário à autonomia do homem experimenta em vez de expansão, retraimento, como ocorre no mundo hiperconectado pela rede mundial de computadores, como acontece agora.
Palavras-chave: Conhecimento. História. Internet.
Veja mais em:

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Novas TICs, cidadania e educação: http://revistazcultural.pacc.ufrj.br/novas-tics-cidadania-e-educacao-de-ovidio-mota-peixoto-2/

RESUMO
Desde que a chamada Sociedade da Informação começou a se consolidar, não faltam vozes triunfalistas saudando o avanço social supostamente tornado possível pelas novas Tecnologias da Informação e da Comunicação, as TICs. Mais do que melhorias efetivas, o advento da sociedade em rede traz incertezas e talvez exageros. Ao mesmo tempo que facilita, amplia e promove o consumo, a internet cria expectativas otimistas quanto ao potencial que teria para reforçar e amplificar a cidadania e melhorar os processos educativos. No entanto, um exame mais rigoroso revela que, ao contrário do que seria esperado, cidadania e educação estão longe de ser consideradas satisfatórias, especialmente no Brasil. A primeira questão investigada aqui é até que ponto a popularização do uso das novas TICs contribui para a melhoria da educação de seus usuários? A outra questão relevante é por que as facilidades e possibilidades de comunicação hoje disponíveis não permitiram até agora um exercício mais consistente da cidadania?
Palavras-chave: cidadania; educação; novas TICs.

 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Literatura de Elite

A revista inglesa Granta lançou uma edição com textos do que ela considera os melhores jovens escritores brasileiros (abaixo dos 40 anos). No caderno Ilustríssima da Folha de S. Paulo, de 2 de set, Luís Augusto Fischer compara a antologia com duas anteriores (de 2000 - Os cem melhores contos brasileiros do século e de 2001- Geração 90 - Manuscritos de Computador). Entre as conclusões consta o seguinte: metade dos contos apresentam personagens que são escritores (contra 18 % na "Geração 90"); 90% dos personsagens relevantes se encontram nas classes confortáveis (enquanto nas antologias anteriores havia bem mais gente pobre). A maioria dos narradores da seleção de Granta conta sua história na primeira pessoa, como testemunhas. As diferenças são muitas e, segundo Fischer: "A Granta parece ter fotografado um momento antipovo e autoreferrente, na geração mais nova, que surfa num mercado mais maduro". No final de seu artigo, o autor faz uma advertência que chama a atenção. Segundo  ele, a coletânea da revista Granta permite observar duas linhas distintas a respeito dos novos escritores. Uma linha convergente: a nova geração se afina com o papel de "global player" pretendido pela economia brasileira que se volta para fora. Outra linha divergente:  a nação continua convivendo com a corrupção sistêmica e com as "enormes desigualdades sociais já quase invisíveis de tão antigas" mas a nova geração parece passar ao largo disso, nas palavras de Fischer.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Novas TICs, educação e cidadania

O último dos objetivos de desenvolvimento do milênio, ODM, fixado pela ONU para 2015 (http://www.objetivosdomilenio.org.br/todosjuntos/), discute parcerias entre governos, setor privado e sociedade civil. Quem diz isso, ou interpreta assim (no original: "Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento"), é o economista Marcelo Neri. Em artigo publicado na Folha de S. Paulo (20.05.2012 -mercado B9), ele acrescenta que "A internet é a maior guardiã da promessa de alinhar a aldeia global, de colocar todos na mesma página". Em setembro, segundo Neri, a Fundação Getúlio Vargas sedia uma conferência sobre os Post-2015 MDGs (ODM, em inglês) e a última meta da ONU em curso inclui o acesso à internet.
Em seu "mapa da inclusão digital", o economista afirma que o Brasil tem 33% de domicílios com acesso à internet, o que lhe dá a 63a. posição na lista de 158 países pesquisados por ele e sua equipe. O principal motivo da assim chamada "exclusão digital" brasileira seria a falta de interesse, com 33%, seguida pela incapacidade de usar a internet, com 31%. Os dois motivos decorreriam de problemas na educação.
Com abordagem menos entusiástica, o tema também está presente no livro Inclusão digital, uma visão crítica, de Edilson Cazeloto (São Paulo: Senac, 2008).
A relação e as interações entre as Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação, as novas TICs, a cidadania e a educação é tema do artigo publicado pela revista Z Cultural, em sua mais recente edição (quadro 8, em verde claro). A revista eletrônica teve a curadoria do Professor Marco Schneider.
O artigo aqui mencionado começa assim:
"Na constante histórica da desigualdade social brasileira, há duas bases de sustentação solidamente construídas: a concentração da propriedade da terra e o acesso desigual à educação." O "leia mais" encontra-se em:

http://revistazcultural.pacc.ufrj.br/

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Pombo no Semáforo

Na Avenida Paris, numa tarde de verão em Bonsucesso. O pombo parece respeitar o semáforo. Aguarda o sinal verde para decolar.

domingo, 20 de maio de 2012

RIO + 20: A TERRA VISTA DO ALTO

A exposição vale por ser a céu aberto, vale pela qualidade e originalidade das imagens e vale, principalmente, pela mensagem que pretende transmitir o fotógrafo Yann Arthus-Bertrand: que  o planeta tem belezas mas também tem fraquezas e precisa ser bem cuidado. As fotos ficarão expostas na Cinelândia até 24 de junho.



sábado, 15 de janeiro de 2011

Foto de arquivo ilustra mas não documenta


A proposta agora é fazer uma leitura crítica ou observação crítica da matéria de O Globo, intitulada Banda larga dá um salto de 71% no Brasil, assinada por Mônica Torres e publicada em 14 de janeiro de 2011, na página 24, seção Digital & Mídia, do caderno de Economia.  Com texto grandiloquente - como costuma acontecer com notícias sobre a internet - a reportagem menciona vários números e percentuais fabulosos. Tais como: salto de 71 %  - 14,2 milhões de novas conexões - aumento do 3G de 8,7 para 20,6 milhões - serviços de banda larga em 1.059 cidades ou 68% da população - proposta do Plano Nacional de Banda Larga, PNBL, é atender 88% da população até 2014. Os números impressionam, mesmo que não sejam comparados com nenhum outro país. Aliás, é aqui neste ponto que cabe a crítica. Embora a matéria seja estritamente sobre o que está acontecendo ou para acontecer no Brasil, a foto que a ilustra é da AFP, Agence France-Presse. É uma foto de arquivo e sem legenda indicadora de lugar. Claro que não seria impossível algum fotógrafo da AFP ter feito a foto no Brasil. Mas a impressão que passa é que a mulher sentada em frente ao notebook com uma xícara de café ao lado não está numa calçada brasileira.
Pode ter sido por praticidade, por conveniência, até mesmo pelo valor simbólico da imagem, isto é, talvez o editor entenda que no mundo sem fronteiras da internet, a imagem poderia vir de qualquer lugar. Além do mais, deve ser mais barato e mais rápido, capturar uma foto de agência na própria rede do que encomendá-la a um repórter fotográfico. O fato, ou a hipótese já que não há prova, confirma o que estudiosos de jornalismo já apontam há algum tempo: a hegemonia da redação sobre a reportagem. Em resumo, pode haver até justificativas, mas a foto deveria documentar o que diz o texto e, no caso, ela apenas ilustra.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Observatório da Imprensa em dúvida!

Que Alberto Dines é um mestre em jornalismo e que o seu programa Observatório da Imprensa é pioneiro no questionamento da mídia, ninguém duvida. Todavia, parece difícil entender por que o programa desta terça-feira, dia 30 de novembro, prometeu discutir o desempenho da mídia e apresentou uma conversa amigável sobre o "bairrismo" que contrapõe imprensa paulista X imprensa carioca. Muitos pontos de fuga, pouco foco.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Análise enriquece espetáculo factual

O antropólogo Luis Eduardo Soares, velho conhecido quando o assunto é segurança, foi o entrevistado desta segunda-feira no programa Roda Viva, da TV Cultura. De acordo com ele, há uma investigação sendo conduzida em segredo de justiça que ajudaria a explicar os últimos acontecimentos espetaculares do Rio de Janeiro na mídia televisiva. Boa pedida ver a reprise do programa (ou quem sabe a versão que deve ir para o Youtube) e melhor pedida - para quem quer entender mais do que apenas se emocionar - acompanhar o desfecho de tal investigação.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Prêmio para pesquisa sobre Jornalismo

Conforme publicado no caderno Ilustríssima, da Folha de São Paulo, de 31.10.2010, estão abertas as inscrições para projetos de pesquisa sobre história do jornalismo. A patrocinadora do projeto é a marca Pfizer. Serão oferecidas 3 bolsas de R$ 2400 mensais, por um semestre. O melhor trabalho será publicado e o autor receberá um laptop. As inscrições vão até o dia 17 de dezembro. Mais informações no site: folhamemoria.folha.com.br

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Estudos em Jornalismo

Reproduzo a seguir mensagem enviada para o FNPJ por Rogério Christofoletti
Acaba de ser lançado mais um número da Estudos em Jornalismo e Mídia, o periódico científico do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC (PosJor). A edição Volume 7 Número 2, referente ao segundo semestre de 2010, reúne 19 artigos, sendo nove do Núcleo Temático sobre Políticas Públicas.
Estudos em Jornalismo e Mídia é uma publicação semestral, gratuita, totalmente aberta e eletrônica, e tem conceito B3 no Qualis/Capes.A EJM pode ser acessada em:
http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/jornalismo

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Entrevista com Zé Dirceu será reprisada nesta quinta

Nesta quinta-feira, dia 4 de novembro, à meia noite e meia, a TV Cultura - canal 114 - exibe novamente a entrevista de José Dirceu de Oliveira e Silva, o Zé Dirceu, no programa Roda Viva, exibido segunda-feira. Cassado em 2005 devido a acusações de envolvimento no episódio que ficou conhecido como "mensalão" - espécie de mesada paga a parlamentares em troca de apoio - José Dirceu antecedeu Dilma Roussef como ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República. Ele ocupou a Casa Civil de 1o. de janeiro de 2003 a 21 de junho de 2005. Atualmente, segundo ele próprio, José Dirceu ganha a vida como consultor.
Vale acrescentar, como me disse alguém, que a entrevista está no youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=LAuHQZL00LI
A impressão que dá é que o ex ministro estava bem melhor preparado para responder do que a bancada estava para perguntar.
Registre-se ainda que a entrevista no youtube teve pouco mais de 20 mil acessos até quinta feira.