Neste primeiro semestre de 2009, começamos com 40 matriculados na disciplina. Chegamos ao final do semestre com cerca de 30 monografias concluídas. A apresentação diante de uma banca, que deixa os alunos tão agitados, tem como finalidade central a confirmação da autoria, como dizia um ex-orientador meu, serve para mostrar que o autor tem estatura intelectual para ter produzido aquele trabalho.
Mas também serve para aprender. Os professores discutem o trabalho em si e todas as questões com as quais ele possa fazer conexões. Numa banca de monografia sobre marketing, aprendo por exemplo que as empresas que lidam com o comércio eletrônico (o e-commerce) têm investido mais no relacionamento com os clientes do que propriamente na venda. Segundo a tese, conforme explicada pela professora Adriane, talvez seja um equívoco afirmar que as empresas não estão conseguindo ganhar dinheiro com várias de suas ações na internet. A intenção não seria vender, mas manter-se perto, junto, com a clientela.
Há outras lições, momentos de debate ricos e intelectualmente estimulantes. Dos trabalhos que li ou tive contato nesta última leva, destaco a discussão sobre o "Eu Repórter" e a credibilidade do chamado jornalismo participativo via web. Outros temas interessantes foram:
A ética do telejornalismo na divulgação do caso da brasileira que disse que tinha sido agredida na Suiça;
A objetividade do jornalismo na cobertura esportiva. A questão gira em torno da validade de ser neutro para torcedores que desejam um noticiário que toma partido, que torce;
Houve ainda trabalhos sobre jornalismo investigativo (que sempre acabam tratando do tema recorrente da morte de Tim Lopes); jornalismo comunitário, assessoria de comunicação (e comunicação corporativa).
O destaque foi para a monografia que discutiu o "Choque de Ordem", ou melhor, a forma como a imprensa cobriu - e tem coberto - o slogan retórico da campanha vencedora das últimas eleições municipais.
Mas também serve para aprender. Os professores discutem o trabalho em si e todas as questões com as quais ele possa fazer conexões. Numa banca de monografia sobre marketing, aprendo por exemplo que as empresas que lidam com o comércio eletrônico (o e-commerce) têm investido mais no relacionamento com os clientes do que propriamente na venda. Segundo a tese, conforme explicada pela professora Adriane, talvez seja um equívoco afirmar que as empresas não estão conseguindo ganhar dinheiro com várias de suas ações na internet. A intenção não seria vender, mas manter-se perto, junto, com a clientela.
Há outras lições, momentos de debate ricos e intelectualmente estimulantes. Dos trabalhos que li ou tive contato nesta última leva, destaco a discussão sobre o "Eu Repórter" e a credibilidade do chamado jornalismo participativo via web. Outros temas interessantes foram:
A ética do telejornalismo na divulgação do caso da brasileira que disse que tinha sido agredida na Suiça;
A objetividade do jornalismo na cobertura esportiva. A questão gira em torno da validade de ser neutro para torcedores que desejam um noticiário que toma partido, que torce;
Houve ainda trabalhos sobre jornalismo investigativo (que sempre acabam tratando do tema recorrente da morte de Tim Lopes); jornalismo comunitário, assessoria de comunicação (e comunicação corporativa).
O destaque foi para a monografia que discutiu o "Choque de Ordem", ou melhor, a forma como a imprensa cobriu - e tem coberto - o slogan retórico da campanha vencedora das últimas eleições municipais.
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