Na edição desta terça, 07.07.09, do Observatório da Imprensa, o debate foi sobre o repórter cidadão (o eu repórter, o repórter participativo) e a credibilidade das informações que se tornaram disponíveis em abundância com a internet. O tema também foi tratado por uma monografia de fim de curso, de uma de nossas alunas da Unisuam, a Luana Rossi. O trabalho de Luana também trata da cultura do amador e, entre outras, levanta uma boa questão: por que alguns sites que aceitam colaboração de internautas costumam divulgar que "não se responsabilizam por tais informações" ?.
Numa outra banca em que discutimos tema similar, propus a hipótese de que embora a internet esteja transformando antigos receptores em novos emissores e tenha ampliado e tornado muito mais veloz a transmissão de informação, não melhorou a qualidade da informação ou não aumentou o número de pessoas bem informadas. Ao contrário, o que parece é que todo mundo tem com muita rapidez informações superficiais que, em geral, não são suficientes para se compreender ou se posicionar diante de um acontecimento relevante.
Na mesma direção veio a pergunta do editorial de Alberto Dines: Será que, com os recursos tornados disponíveis pela tecnologia, as pessoas estão mais bem informadas?
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