Há pessoas que não acreditam que possa haver um almoço sem segunda intenção escondida pelo menos num talo de verdura da salada. Em sua coluna de domingo, Elio Gaspari sugere a leitura do livro FREE - O FUTURO DE UM PREÇO RADICAL, de Chris Anderson, editor da revista Wired, como explicação de como tal almoço pode aparecer. A tese defendida no livro é de que o século XXI "assistirá ao crescimento da economia das coisas sem custo, como o Google, a Wikipédia e os softwares abertos". A editora é a Elsevier-Campus. O livro está para ser lançado.
Junte-se a tal tese o que afirma o ombudsman da Folha no domingo: "os jornais americanos nunca tiveram tantos leitores mas não conseguem transformar isto em receita". Segundo Carlos Eduardo Lins da Silva, a internet permitiu que os jornais oferecessem mais serviços e, com isso, ampliassem seu número de leitores. O que prova que a rede pode ser uma aliada do jornalismo mas não resolve a crise por que passam os jornais.
Conforme comentei outro dia com uma cara e inteligente amiga: novos tempos demandam novas perguntas e novas reflexões.
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